terça-feira, 05 de julho de 2011

Francisco Diá não é mais o técnico do América. O treinador, que iniciou o planejamento e montagem do elenco para a série C deste ano, foi demitido depois de resultados negativos em amistosos preparatórios da equipe. Para a vaga, o América agiu rápido e trouxe o técnico Flávio Araújo, ex-Icasa e com vasto conhecimento do futebol cearense – e esse foi o principal argumento para a contratação do treinador.

Aos 48 anos, Flávio Araújo tem no currículo passagens por equipes do futebol nordestino, inclusive o Potiguar de Mossoró, que comandou em 2006. No entanto, suas passagens por Fortaleza e Guarany de Sobral, adversários do América na primeira fase da série C, fizeram com que a direção do clube, antes mesmo dos fracassos de Diá em amistosos, já viesse discutindo a contratação do treinador para comandar a equipe na disputa nacional. Como a estreia será no dia 24 de julho, contra o Fortaleza, Flávio Araújo não vai perder tempo.

Mesmo com o amistoso diante do Santa Cruz confirmado antes da chegada do treinador, o América manteve a programação e vai hoje ao Iberezão duelar, mais uma vez, com a equipe do Trairi. Moura vai comandar a equipe em campo, enquanto Flávio Araújo ficará na arquibancada observando os jogadores. Para esse jogo, porém, ele não terá a oportunidade de ver em ação alguns dos principais jogadores do elenco.

Iván Gonzáles, Val e Norberto, titulares na passagem relâmpago de Diá, estão vetados devido a lesões. Souza, ainda em trabalho para recuperação física, sequer foi relacionado. No entanto, o alvirrubro vai contar com os atacante Max e Alberto, além do zagueiro Mauro. A partida ocorre hoje às 20h, no Iberezão, em Santa Cruz.

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segunda-feira, 04 de julho de 2011
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    O Ministro da Previdência Garibaldi Filho assegura que, por enquanto, a Reforma da Previdência ainda não passou do campo das análises técnicas e, que qualquer proposta apresentada neste contexto não passa de especulação, com exceção da discussão sobre mudanças no fator previdenciário.

    O assunto vem dividindo opiniões entre especialistas de mercado que defendem uma reforma mais ampla, “que ainda está tímida” e os parlamentares que a consideram inapropriada.

    “Ainda não tenho condições de informar sobre este assunto porque ainda está no nível técnico. A presidenta Dilma Rousseff autorizou que fosse instalada uma mesa para discutir a mudança no fator previdenciário. De um lado os ministros da seguridade social e do outro as centrais sindicais e aposentados. Isto sim, estamos discutindo, o resto é especulação e temos que ter cuidado ao falar sobre o assunto para não causar estresse desnecessário nas pessoas”, argumenta.

    Questionando se há a intenção do Governo em aumentar o tempo de contribuição de 30 para 33 anos, e a idade mínima para aposentadoria de 60 para 66 anos, o ministro se limitou a dizer que só serão atingidos pelas novas regras que vierem a ser aprovadas, quem ainda não ingressou n mercado de trabalho. “Quem já está neste sistema tem direito garantido, é como se fosse um contrato”.

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sexta-feira, 01 de julho de 2011
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          Proposta dará origem à maior entidade de previdência complementar fechada do mercado brasileiro, a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal.
          O deputado Silvio Costa (PTBPE), relator do projeto de lei que institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais (PL 1.992/2007), apresentou parecer à Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara mantendo a previsão de um fundo único para todos os titulares de cargo efetivo da União, suas autarquias e fundações, e de membros do Judiciário, do Ministério Público e do Tribunal de Contas da União
          Caso seja aprovada, a proposta dará origem à maior entidade de previdência complementar fechada do mercado brasileiro, a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal, que vai gerir os recursos. Silvio Costa recomendou a aprovação do projeto na forma de substitutivo e acolheu 42 das 60 emendas apresentadas.

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sexta-feira, 01 de julho de 2011
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    O governo já soltou diversos balões de ensaio sinalizando aos servidores públicos de que não haverá reajuste para ninguém em 2011 e nem em 2012. No máximo, alguma coisa abaixo da inflação. “O crescimento vegetativo da folha de salários só poderá ser resolvido com muitos anos de reajustes abaixo da inflação”, alega o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, admitindo que os salários subiram “forte” no período e que os dados ainda são resultado da política de recomposição dos ganhos do funcionalismo no governo Lula.
 
    O assunto vem à tona num momento em que o STF reconhece o direito do servidor público ser reajustado anualmente. “Em breve as entidades sindicais irão pleitear este direito e o governo sabe que perderá esta guerra nos tribunais”, afirma o presidente da Diref, João Antunes.
 
    Matéria publicada na edição desta quinta-feira, 30, no Correio Braziliense, dá mais detalhes do arrocho que vem por aí.

Gasto com servidores sobe 11,2% no ano
Vera Batista – Correio Braziliense – 30/06/2011
 
    Apesar da promessa de conter os dispêndios com pessoal, Tesouro mantém os cofres abertos. Desembolsos com a folha crescem 10 vezes mais do que os investimentos em infraestrutura e muito acima do IPCA

    O governo federal colocou o pé no freio dos investimentos, mas manteve aberta a torneira da gastança com pessoal, apesar das tentativas de redução das despesas com a folha por meio da proibição de reajustes e de pagamentos de salários acima do teto constitucional, atualmente de R$ 26.713, o vencimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Dados divulgados nesta quarta-feira, 29, pelo Tesouro Nacional revelam que os desembolsos com o funcionalismo da União, que inclui o Legislativo e o Judiciário, cresceram 10 vezes mais do que os destinados a obras de infraestrutura, maquinários e equipamentos para escolas, hospitais e centros de pesquisa.

    De janeiro a maio deste ano, o governo liberou R$ 16,9 bilhões para investimentos, exatamente 1% mais do que o total aplicado no mesmo período de 2010, de R$ 16,7 bilhões. Já os gastos com pessoal aumentaram 11,2%, atingindo R$ 73,2 bilhões contra R$ 65,9 bilhões dos primeiros cinco meses do ano. O salto nos gastos com servidores foi três vezes maior do que a inflação de 3,7% acumulada no período, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado pelo Banco Central como referência para o sistema de metas

    O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, admitiu que os salários subiram “forte” no período e que os dados ainda são resultado da política de recomposição dos ganhos do funcionalismo no governo Lula. Segundo ele, “o crescimento vegetativo da folha de salários só poderá ser resolvido com muitos anos de reajustes abaixo da inflação”.

    Augustin garantiu que não há previsão de novos reajustes em 2011 e nem em 2012. Com isso, ele jogou um balde de água fria nas pretensões dos servidores do Judiciário, incluindo os magistrados, que pedem, desde 2009, reajuste salarial de 56%, que custará mais de R$ 7 bilhões por ano aos cofres públicos.

    Pressão de aliados - O secretário justificou os baixos investimentos feitos nos primeiros cinco meses deste ano ao arrocho fiscal feito pelo governo por meio de um corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União. Mas, o importante, segundo ele, é que os desembolsos são crescentes, pois, de janeiro a maio de 2009, foram gastos apenas R$ 9,7 bilhões. No ano passado, houve uma aceleração, devido aos estímulos dados à economia, que vinha de uma crise mundial.

    ”Agora, a política é contracionista, em consequência das medidas do governo para retirar subsídios do crédito e controlar a inflação”, afirmou Augustin. Para Eduardo Velho, economista-chefe da Prosper Corretora, o governo ainda sofrerá muita pressão política da base aliada pela liberação de emendas — ontem, vários ministérios receberam ordem para gastar —, o que terá impacto negativo no superavit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública).

    SUPERAVIT CAI 74% NO MÊS – O Ministério da Fazenda teve que contar com o forte desempenho da arrecadação em maio e a freada nos investimentos para conseguir economizar ao menos R$ 4,1 bilhões em maio. O superavit primário (diferença entre as receitas e as despesas destinada ao pagamento de juros da dívida pública) obtido pelo governo federal no mês passado despencou 74%. Em abril, a economia tinha sido de R$ 15,56 bilhões.

    O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, prefere, no entanto, destacar o desempenho no ano. Nos primeiros cinco meses do ano, o governo economizou R$ 45,5 bilhões, equivalente a 2,83% do Produto Interno Bruto (PIB). O saldo já representa 56% da meta estabelecida para todo o ano, que é de R$ 81,7 bilhões. As despesas da União, sem incluir o resultado das estatais, cresceram 9,1% de janeiro a maio, na comparação com o mesmo período de 2010. Já as receitas avançaram 17,4% na mesma comparação.

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sexta-feira, 01 de julho de 2011
PF

Agentes do Núcleo de Operações da Policia Federal prenderam na manhã da última quarta-feira, 29, nesta capital, um pintor, 55 anos, acusado de infringir o Art. 233 do Código Penal.

O homem havia procurado a Superintendência da PF, no bairro de Lagoa Nova para tirar uma certidão de antecedentes criminais, uma vez que pretendia viajar para Belém/PA, onde teria conseguido um emprego. No entanto, os policiais ao checarem os seus dados no Sistema Nacional de Procurados e Impedidos-SINPI, verificaram que ele tinha um mandado de prisão preventiva em aberto, expedido desde maio de 2010, pela 4ª Vara Criminal de Natal, uma vez que deixou de atender a diversos chamamentos da Justiça durante o transcorrer do processo criminal o qual estava respondendo.

Após as comunicações de praxe e de ser submetido a exame de corpo de delito, o pintor foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Pirangi.

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