quarta-feira, 18 de maio de 2011
goezona_2011

Com mais esses 05 associados, o total agora sobe para exatos 2.419 beneficiados com a ação da Goezona. Veja, na relação abaixo, os beneficiados que já podem comparecer a qualquer agência da Caixa Econômica Federal do país e efetuar o saque dos valores a que tem direito.  Lembramos a todos que na hora do saque o beneficiário deverá comparecer ao banco levando original do R.G, CPF e Comprovante de Residência.

PRC 68.178-AL

CARLOS ANTONIO KOCHENBORGER
CARLOS ALBERTO TRINDADE COSTA
CARLOS ALCIDES A MENEZES
CARLOS ALVARENGA DOS SANTOS
CARLOS ANTONIO DA SILVA

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terça-feira, 17 de maio de 2011

De virtual rebaixado à série D a equipe com 93,4% de acesso à série A em 2012. É assim que um dos sites que tratam sobre probabilidades no futebol vê o ABC deste ano. Atual campeão da série C e bicampeão potiguar, o alvinegro é visto como um dos favoritos na Segundona do Brasileiro neste ano. O respeito nacional, apesar de ser comemorado pelos que fazem o ABC, não tira da comissão técnica do clube os pés do chão para a disputa com mais 19 times. Para o técnico Leandro Campos, há outras equipes que, teoricamente, largam na frente do ABC na competição.

Nos últimos dias, sites como o Chance de Gol, hospedado no portal UOL, e o Futebol no Interior apontaram o ABC como um dos favoritos para a série B deste ano. No primeiro, o clube potiguar foi apontado como se tivesse 49,9% de chances de conquistar o título da série B, bem à frente de clubes como Vitória, Goiás, Portuguesa e Guarani. Apesar de não haver um parâmetro claro mostrar como chegaram aos os números e os percentuais serem controversos, o posicionamento dos sites mostra como a imprensa esportiva de outros estados e, principalmente, os jogadores vêem o momento do ABC.

Membro de uma geração vitoriosa no clube, Nêgo foi um dos jogadores que escolheu disputar a série B deste ano pelo alvinegro devido às condições que o ABC vêm demonstrando para brigar no topo da tabela. O jogador, assim como outros contratados para a competição nacional, acreditam que o ABC está em um novo patamar depois da reformulação feita no clube. Em entrevista à Band Natal, o lateral confirmou que retornou porque vê o time brigando para subir e não cogita a possibilidade de que, assim como ocorreu em 2008 e 2009, o ABC lute contra o rebaixamento. O técnico Leandro Campos, por outro lado, disse que ainda é necessário que jogadores e comissão técnica discutam sobre os objetivos e planejamento do ABC na competição.

O treinador do alvinegro garante que o trabalho junto à equipe não muda devido à visão de pessoas de fora. Para ele, assim como o ABC não levou a sério as supostas grandes chances de cair para a série D, também não leva em conta a suposta força que tem antes mesmo do campeonato começar. Na opinião do técnico, não há como apontar o ABC como favorito antes de começar a competição e há, inclusive, clubes que largam na frente devido ao aspecto financeiro. “Não existe um parâmetro para eles terem esse posicionamento de que o ABC é o favorito. A série B é uma competição muito nivelada. Se for analisar pelo poder econômico, Goiás, Vitória e Sport têm um potencial maior, também como o Grêmio Barueri, que retornou à Grande São Paulo com o apoio do poder público”, disse. “Favoritos ou não, nosso trabalho seguirá do mesmo jeito, com os pés no chão. Sempre”, garantiu o treinador.

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Após realizar a tarefa de zerar a produção e importação dos clorofluorcarbonos (CFCs), principais substâncias responsáveis pela redução da camada de ozônio, o Brasil quer implantar o Programa Brasileiro de Eliminação de HCFCs. O hidroclorofluorcarbono surgiu para substituir o CFC e tem poder destrutivo 50% menor, mas, ainda assim, produz gases de efeito estufa.

Para a implementação do programa, o Brasil por meio do Ministério do Meio Ambiente, vai pleitear em julho, o valor de US$ 34 milhões ao Comitê Executivo do Fundo Multilateral para Implementação do Protocolo de Montreal, na cidade canadense que dá origem ao tratado internacional, em vigor desde 1º de janeiro de 1989.

“O objetivo é cumprir o cronograma de eliminação dos HCFCs, que tem como primeira fase o congelamento dos níveis de produção e importação em 2013, e depois a sua redução em 10% até 2015 e o banimento total em 2040”, explica a coordenadora de Proteção da Camada de Ozônio, no ministério, Magna Luduvice.

O Brasil quer o repasse de US$ 20 milhões pelo Fundo Multilateral, não reembolsáveis, com a contrapartida de US$ 14 milhões da iniciativa privada brasileira. O montante será destinado ao pagamento de gastos com ações regulatórias, projetos de substituição de tecnologias na fabricação de espumas e também em projetos para o setor de serviços, especialmente os que se referem ao vazamento de tubulações em balcões de refrigeração de supermercados e em aparelhos de ar- condicionado.

Um fato importante que contribuiu para a redução primeiramente dos CFCs, lembrado por Magna Luduvice, foi a ação feita anos atrás que tinha para a trocar de geladeiras que tinham mais de dez anos de uso. “As geladeiras com mais de dez aos de uso contêm os CFCs no sistema de refrigeração, e se eles foram banidos pelos danos causados à camada de ozônio, depois a preocupação foi também em relação à emissão gases de efeito estufa liberados por vazamentos na tubulação destes aparelhos”, ressaltou a coordenadora.

A formulação do Programa Brasileiro de Eliminação de HCFCs começou em março de 2009 e foi concluído em janeiro deste ano, depois de consultas públicas e com a participação do setor privado. Atualmente, o ministério detém alguns projetos em execução que incluem, diagnóstico da situação de aparelhos de refrigeração presentes em restaurantes, padarias, mercearias e supermercados e a capacitação de fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).

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terça-feira, 17 de maio de 2011

MINISTRO ADMITE CAOS NO SISTEMA

Brasília – O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, admitiu que o sistema prisional do país está em uma situação quase “medieval”. Um estudo da Anistia Internacional, divulgado na última quinta-feira, avalia como degradante o sistema penitenciário nacional.

De acordo com a organização, as prisões continuam superlotadas e os detentos sofrem tortura. Para a Anistia Internacional, o tratamento é considerado cruel, desumano e degradante. “Infelizmente, o sistema prisional brasileiro chega a ser praticamente medieval”, disse o ministro, ao ser perguntado sobre o documento da organização.

Cardozo citou que cerca de 66 mil presos estão nas carceragens das delegacias de polícia em condições inaceitáveis. A Anistia Internacional contabiliza que 40% dos presos no país aguardam julgamento. Segundo o ministro, o governo federal tem articulado com os estados planos para a construção emergencial de cadeias. No entanto, afirmou que solucionar os problemas penitenciários exigirá muito esforço e recursos da União e dos governos estaduais.

No documento, a Anistia Internacional ainda crítica o alto índice de violência policial e que ativistas e defensores dos direitos humanos vivem sob constantes ameaças no Brasil e encontram dificuldade em obter proteção do Estado.

Sobre a campanha do desarmamento, que completa uma semana, Cardozo afirmou que o ministério já iniciou o credenciamento das entidades que irão participar do recolhimento das armas, após participar da abertura do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

No Rio Grande do Norte a campanha começa com atraso em relação ao lançamento em âmbito nacional. O lançamento oficial da Campanha acontecerá logo que sejam definidos os postos de recolhimento de armas no estado.

As novidades desse ano ficam por conta da não obrigatoriedade de identificação e do pagamento no ato da devolução. Os valores de indenização continuarão os mesmos, variando de R$ 100 a R$ 300.

No Rio de Janeiro, já foram recebidas 240 armas – uma média de 48 por dia, segundo a organização não governamental Viva Rio.

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Os dados das duas caixas-pretas do Airbus Air France, que caiu no Atlântico em 2009, foram preservados e puderam ser recuperados pelos investigadores franceses neste fim de semana, anunciou hoje (16) o Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês).

As leituras permitiram recolher a integralidade dos dados contidos no gravador de parâmetros técnicos do voo 447, como também a integralidade das gravações sonoras das duas últimas horas do voo.

A expectativa é que a análise das informações explique as circunstâncias exatas do acidente com o avião que fazia a rota Rio-Paris quando caiu, em 31 de maio de 2009, matando as 228 pessoas a bordo.

Segundo um comunicado do BEA, a análise do material deve durar várias semanas. Um relatório será redigido e divulgado nos próximos meses.

As operações foram feitas na presença de uma equipe internacional de investigadores de acidentes aéreos, entre os quais dois brasileiros do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáutico (Cenipa).

No fim de semana, os investigadores limparam (retirando vestígios de sal) e secaram os cartões de memória internos das caixas-pretas. Por se tratarem de provas em uma investigação judicial, a operação foi também acompanhada por um oficial da polícia judiciária francesa.

As duas caixas-pretas permaneceram durante quase dois anos submersas no Atlântico a 3,9 mil metros de profundidade. Elas chegaram na semana passada à França. Uma delas contém os parâmetros técnicos do voo, como altitude e velocidade, e a segunda grava as conversas dos pilotos ou qualquer outro som emitido na cabine.

Os investigadores franceses também resgataram outras peças do Airbus da Air France, como parte da cabine de pilotagem, o joystick dos pilotos e seus assentos e também os calculadores do motor, que gravam inúmeros parâmetros “preciosos”, segundo o BEA.

O resgate de peças e eventualmente de corpos, se os testes para tentar extrair o DNA das duas vítimas já retiradas do mar forem positivos, deverá ser retomado por volta do dia 21 de maio.

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Depois de cair 58,3% em 2010, o número de declarações de imposto de renda retidas voltou a subir em 2011, no Rio Grande do Norte. De acordo com dados da Receita Federal, até o momento, 12.170 contribuintes caíram em malha fina no estado. O número, que ainda não foi fechado, já é 1,4% maior que o registrado em 2010. A Receita Federal ainda não sabe o motivo do acréscimo. Para Fernando Dahia, coordenador de Imposto de Renda da Receita Federal no RN, apesar do aumento, o  número está dentro da média.

Em 2009, 19 mil declarações ficaram retidas, representando 7,6% do total de declarações entregues. Em 2010, o número caiu para 12 mil, representando 4,7% do total. A razão da queda, segundo a Receita Federal, foi a criação da autorregularização, ferramenta que permite ao contribuinte verificar suas pendências e corrigir a declaração na página da Receita.

O número de contribuintes que tiveram suas declarações retidas está caindo em todo o Brasil. Em 2009, 1 milhão de contribuintes tiveram sua declaração do Imposto de Renda retida. Em 2010, o número caiu para  700 mil. “Em 2009, foi o primeiro ano da autorregularização. Em 2010, os contribuintes já sabiam como regularizar as declarações retidas em malha. Além disso, os contribuintes estão ficando cada vez mais conscientes que a Receita possui um banco de dados muito poderoso e que eles podem ser pegos na malha fina”, esclarece Fernando Dahia.

A Receita Federal retém as declarações por vários motivos. Na maioria dos casos, os contribuintes erram o preenchimento da declaração, declaram algo que não receberam, ou repassam um valor diferente do repassado pela fonte pagadora. No entanto, nem sempre o contribuinte erra. Em alguns casos, é a fonte pagadora que envia um valor diferente do declarado. Para verificar se está em malha e por qual motivo, o contribuinte deve acessar o site da Receita Federal e clicar no ícone ‘CIDADÃO, IRPF Extrato e Restituição’ (www.receita.fazenda.gov.br).

Há duas maneiras de retificar (corrigir) a declaração. Pode-se baixar uma nova versão da declaração e do programa de envio RECEITANET ou fazer a retificadora (corrigir a informação errada) no próprio site da Receita. Na avaliação de Fernando Dahia,  a retificação online é mais simples. “O  contribuinte pode retificar apenas o dado que deseja e enviar sem  necessidade de baixar o programa de envio”, justifica. No entanto, nem todos os dados podem ser corrigidos na página da Receita, como ele explica. “Nem todas as situações podem ser resolvidas com uma declaração retificadora. Como exemplo, temos o contribuinte que é isento por ser aposentado e ter moléstia grave. Ele terá que comparecer na delegacia e apresentar toda a documentação que comprova o fato, mas esta entrega de documentação só poderá ser feita quando o sistema estiver disponível”. O agendamento, segundo ele, é feito no próprio site da Receita.

Caso não consiga resolver a situação  através do site, o contribuinte deve agendar uma visita a uma agência da Receita Federal. Todo contribuinte tem um prazo de até cinco anos para corrigir sua declaração. Se exceder o prazo, será notificado. Além de pagar o imposto, será obrigado a pagar uma multa, que corresponde a 75% do imposto a ser pago.

De acordo com a Receita Federal, 246.800 declarações foram entregues dentro do prazo, e  2,1 mil, fora do prazo no Rio Grande do Norte. A expectativa da Receita era receber 234 mil declarações no RN em 2011, expectativa que já foi superada em 6,3%.

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